Sete mentiras de um mau gestor - Dilma Rousseff
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Sete mentiras de um mau gestor

Campanha de Dilma desmascara mentiras de Anastasia

28/09/2018 2:46

O senador Anastasia e alguns de seus seguidores estão espalhando nas redes sociais e por Whatsapp uma série de mentiras para acusar a presidenta eleita Dilma Rousseff de não ter oferecido apoio a alguns projetos de interesse de Minas, quando estava no cargo.

Os ataques são falsos e estão respondidos aqui, um por um:

1 – Minas teria perdido uma fábrica Fiat-Chrysler em Betim: MENTIRA!

Autoproclamado “gestor”, Anastasia foi incapaz de trazer para Minas esta unidade fabril. É desmentido pelos fatos, pois seu sucessor, o governador Fernando Pimentel, conseguiu o que ele não alcançou: assinou com o grupo FCA (Fiat-Chrysler Automóveis), em agosto deste ano, um acordo em que a empresa assume o compromisso de investir em Betim R$ 8 bilhões em 5 anos e meio, com a criação de 8 mil empregos diretos e indiretos e o lançamento mundial de 15 veículos novos da montadora. O presidente mundial da Fiat-Chrysler, o italiano Antonio Filosa, declarou no ato de assinatura do acordo com o Governador Pimentel: “Aqui somos um motor de inovação. Estamos no meio de um tecido industrial com mais de 160 fornecedores. Tivemos apoio do governador para celebrar este novo ciclo”.

Se Anastasia, quando governador, não teve competência para fazer o mesmo, que não transfira a responsabilidade para o governo da presidenta Dilma.

2 – O governo Dilma teria negado apoio às obras do metrô de BH: MENTIRA!

O governo Dilma liberou em 2011, por meio do PAC, R$ 2 bilhões para a ampliação do metrô de BH, mas a responsabilidade que cabia ao então governador de Minas, Anastasia, que era apresentar um projeto para a obra, nunca foi cumprida. O metrô de BH “não cresceu um centímetro”, como os tucanos costumam dizer, porque o “gestor” Anastasia não teve competência para rabiscar uma única linha do projeto. Mais eficientes e atentos com seus estados, outros governadores, até de partidos de oposição ao governo Dilma, que também obtiveram recursos federais, cumpriram o dever de fazer seus projetos e ganharam ampliações do metrô, como São Paulo, entre outros. Este ano, no dia 6 de julho, o governo golpista Temer cancelou o apoio ao Metro de BH (Portaria 422 do Ministério das Cidades), sem qualquer reclamação de seu aliado Anastasia.

3 – A Petrobras retirou de Minas uma fábrica de acrílico: MENTIRA!

A fábrica de ácido acrílico, material usado como matéria prima para produtos ultra-absorventes, não poderia ser feita pela Petrobras, uma vez que não era viável economicamente para a empresa, sendo mais um pleito da Odebrecht. O que ocorreu é que a BASF, uma das maiores empresas químicas do mundo, se interessou pelo projeto e o construiu em Camaçari (BA). O motivo da localização não ser em Minas Gerais se deve a razões logísticas. Este tipo de indústria exige a instalação de torres de mais de 100 metros de altura, de elevada tonelagem, cujo transporte é praticamente impossível e inexequível financeiramente, a não ser que sejam montadas junto a um porto, no litoral. Por isso, a BASF optou por montar a indústria em Camaçari, pólo petroquímico que fica a poucos quilômetros do porto de Salvador. Portanto, Minas não foi preterida, apenas não tinha, infelizmente, condições geográficas de receber este tipo de empreendimento.

4 – Minas perdeu uma fábrica da Land Rover: MENTIRA!

A Land Rover jamais negociou a instalação de uma fábrica em Minas Gerais.

5 – Dilma deixou de instalar uma fábrica de fertilizantes em Uberaba: MENTIRA!

O governo Dilma apoiou integralmente o projeto, e as responsabilidades ficaram assim divididas: a Petrobras construiria a fábrica e o governo Anastasia construiria o gasoduto para transporte da amônia, por meio da empresa estadual Comgás. A Petrobras chegou a construir 30% da planta da fábrica, mas o “gestor” Anastasia não conseguiu construir um metro sequer de gasoduto, o que inviabilizou o projeto e causou grandes prejuízos. É preciso lembrar ainda que seu amigo tucano Geraldo Alckmin, então governador de São Paulo e hoje candidato à Presidência, vetou a passagem do gasoduto de Anastasia em território paulista.

6 – O governo negou apoio ao anel rodoviário de BH: MENTIRA!

O governo Dilma liberou em 2012 a verba necessária para a o projeto do anel rodoviário, condição imprescindível para sua construção. De novo, o “gestor” Anastasia deixou de cumprir a sua parte, que era apenas apresentar o projeto de execução da obra. O “gestor”deveria saber: sem projeto, sem obra. Isso vale, no Brasil, para todos os governadores. Muitos apresentaram corretamente seus projetos e fizeram suas obras.

7 – O governo Dilma deixou de concluir a duplicação da BR-381: MENTIRA!

A presidenta Dilma esteve em Minas duas vezes especialmente para assinar contratos e dar início às obras na rodovia BH-Governador Valadares. Uma das empresas contratadas se retirou da licitação e, mesmo assim, o governo Dilma construiu dois dos 11 trechos planejados. Neste meio tempo, ocorreu no Brasil um golpe de estado, com apoio e relatoria do senador Anastasia. É preciso lembrar que um dos desastres cometidos pelo governo Temer, com apoio do PSDB de Anastasia, foi suspender as verbas para o restante da duplicação de BR-381, que hoje tem apenas dois trechos em obras.

Este é o estilo do “gestor” Anastasia: culpar os outros por sua própria incapacidade. Seu legado como senador é a omissão e a fuga de suas responsabilidades. Como governador, Anastasia não foi melhor. Inchou a máquina administrativa, acabou com a previdência dos servidores públicos, acobertou desperdícios e obras superfaturadas de seu amigo e antecessor Aécio Neves, e forjou uma situação de estabilidade econômica que nunca existiu de fato. Deixou a Fernando Pimentel, seu sucessor, uma situação de colapso impossível de ser resolvida em apenas um mandato. Agora tenta voltar para completar o desastre que capitaneou. Com o mesmo método: a mentira e a dissimulação.

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