28 jun

Presidenta Dilma participa de ato pela democracia no Pará

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A presidenta Dilma Rousseff confirmou presença no ato “O Pará Lutando pela Democracia“, nesta quinta-feira (30), na capital paraense. O evento será na Praça Floriano Peixoto, no bairro São Brás, a partir das 18h. Participe!

28 jun

É preciso lutar contra o retrocesso e o avanço das pautas conservadoras

A presidenta Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com o respeito à diversidade e com o enfrentamento a todo tipo de discriminação e violência. Por meio de sua conta no Twitter, ela destacou o Dia Internacional do Orgulho LGBT, 28 de junho, data que marca a luta pelo fim da intolerância.

Dilma ressaltou ainda que, no momento em que a democracia está sob ataque, é preciso lutar contra o retrocesso e o avanço de agendas conservadoras. De acordo com ela, as conquistas na esfera dos direitos individuais e coletivos estão ameaçadas pelo governo provisório e interino.

“O meu governo sempre teve como prioridade a inclusão e o combate ao preconceito de gênero, raça, sexual ou de classe social”, disse. “Sigamos na luta pela democracia, pelas conquistas sociais e pelos direitos individuais e coletivos. Esta é uma batalha de todas e todos”, concluiu.

28 jun

Presidenta Dilma se reúne com Executiva Nacional do PT no Alvorada

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta terça-feira (28), a Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores no Palácio da Alvorada.

Reunião com Executiva Nacional do PT

28 jun

Presidente interino não consegue governar sem conversar com Eduardo Cunha

A presidenta Dilma Rousseff, em entrevista à rádio Metrópole, de Salvador, reforçou a necessidade de uma profunda reforma política, para que os políticos eleitos pelo voto direto popular tenham condições de governabilidade. “Qualquer pessoa que sentar na cadeira de presidente e for séria vai pensar: precisamos de uma reforma política.”, disse.

Como exemplo, Dilma lembrou o encontro do vice-presidente, Michel Temer, hoje presidente em exercício, com o presidente afastado da Câmara, deputado suspenso Eduardo Cunha. “O Presidente interino e provisório não consegue governar sem conversar com um presidente que o Supremo Tribunal Federal já denunciou por unanimidade duas vezes e mantém o controle da Câmara dos Deputados”.

Para Dilma, o encontro e as negociações pelo impeachment traduzem a fragilidade do sistema político brasileiro. “Como disse um articulista hoje, não foi sobre futebol que eles conversaram quando se encontraram no domingo à noite”.

Ouça na íntegra:

27 jun

Cada dia fica mais claro que não há base legal para impeachment

A presidenta Dilma Rousseff concedeu, nesta segunda-feira (27), entrevista à Rádio Guaíba e falou sobre a perícia feita por técnicos do Senado Federal para a comissão do impeachment. Não foi encontrado ato ou dolo da presidenta nem nos pagamentos do Plano Safra, nem nos decretos usados na denúncia.

Dilma reforçou que o Brasil vive um golpe parlamentar, em que “parasitas de todos os tipos corroem a árvore da democracia por dentro”.

“Tenho certeza que temos que combater este processo no Senado, junto à sociedade, movimentos sociais, estudantes, empresários, intelectuais, junto a todas as camadas. Porque é muito grave que o Brasil, que tem uma democracia jovem, passe por um processo desse tipo”, afirmou.

A presidenta afirmou que ainda não há, entre as forças que a apoiam, consenso sobre a realização de plebiscito. Mas que é uma alternativa para evitar que haja eleição indireta, que tira do povo o direito do voto. “Nós não queremos eleição indireta no Brasil, porque seria um retrocesso. Seria voltar ao tempo da ditadura”.

Traição

Sobre a postura do vice-presidente durante o processo, a presidenta Dilma lembrou que é próprio de quem comete uma traição fazer de forma escondida. “É próprio das pessoas que cometem atos de traição, fazê-lo às costas do sujeito da traição. Eu não percebi a não ser quando ficou tão evidente que todo mundo percebeu.”

Dilma lembrou que, nas comunicações do vice-presidente vazadas fica evidente uma inconformidade com o cargo. “Ele reclamava de responsabilidades que são típicas do presidente da República. Mas eu atribui mais a uma lamentação”.

Ouça, na íntegra:

27 jun

Eles não me tiraram, continuo sendo presidenta, afirma Dilma à Agência Pública

Foto: Roberto Stuckert Filho

A presidenta Dilma Rousseff  garante que vai continuar lutando pela Presidência do Brasil, conquistada pela primeira vez por uma mulher: “Eles ainda não me tiraram não, eu continuo sendo presidenta”, avisa. A afirmação foi feita durante entrevista para a Agência Pública, publicada nesta segunda (27).

Durante a conversa com as entrevistadoras  Andrea Dip, Marina Amaral, Natalia Viana e Vera Durão, Dilma falou sobre a defesa no processo de impeachment que está em andamento no Senado e garantiu que continuará a luta pela Presidência da República.

Leia tudo na Agência Pública.

24 jun

Presidenta Dilma parabeniza colombianos por acordo entre governo e FARC

A presidenta Dilma aproveitou o Twitter para festejar a celebração do acordo de paz que põe fim ao conflito entre o governo colombiano e as FARC.

Confira:

22 jun

#GovernoEleito: Cultura exige democracia e republicanismo

Processos culturais que vinham sendo construídos desde 2003 estão ameaçados pelo governo provisório, alerta o ministro da Cultura do governo eleito, Juca Ferreira. De acordo com ele, a sociedade brasileira precisa continuar mobilizada para evitar retrocessos.

Juca destaca que a extinção do Ministério da Cultura como uma das primeira medidas do governo ilegítimo tem um simbolismo grande, porque o MinC foi a primeira criação após a redemocratização.

“O Brasil conquista a democracia e o MinC surge como instrumento para qualificar o Estado na relação com toda a área criativa, as artes e o mundo simbólico do País.”

O Ministério foi recriado, por força da resistência de artistas, trabalhadores da cultura, gestores e sociedade em geral, mas isso não resolve o problema, porque “cultura exige democracia, liberdade de expressão plena e republicanismo.”

Assista ao vídeo abaixo!

21 jun

Mais uma vez, parte da imprensa chega a conclusões sem sequer checar informações

O Estadão erra ao afirmar, em reportagem divulgada nesta terça-feira (21) em seu site, que Charles Capela de Abreu foi assessor da presidenta Dilma Rousseff. Ele não trabalha nem nunca trabalhou diretamente com Dilma.

O fato de investigadores terem apreendido na casa de um funcionário da OAS agenda com o registro de encontros do presidente da empreiteira com políticos não comprova qualquer tipo de participação e envolvimento da presidenta Dilma Rousseff.

Leia a íntegra da nota da assessoria de imprensa da presidenta:

A respeito da reportagem “Agenda de encontros de Léo Pinheiro pós-Lava Jato inclui Lula, Gilberto Carvalho e assessor de Dilma”, publicada no site do Estadão, na tarde desta terça-feira, 21 de junho, a Assessoria de Imprensa da presidenta Dilma Rousseff esclarece:

Diferentemente do que aponta o texto de autoria dos repórteres Ricardo Brandt, Julia Affonso, Mateus Coutinho e Fausto Macedo, o senhor Charles Capela de Abreu não é – nem jamais foi – assessor da presidenta Dilma Rousseff. Até fevereiro de 2014, ele ocupava um cargo na Casa Civil. Jamais trabalhou diretamente com a senhora presidenta da República.

O fato de investigadores da Operação Lava Jato terem apreendido na casa de um funcionário da OAS agenda com o registro de encontros do presidente da empreiteira com políticos, incluindo o senhor Charles Capela de Abreu, não comprova qualquer tipo de participação e envolvimento da presidenta Dilma Rousseff.

Mais uma vez, uma parte da imprensa chega a conclusões precipitadas sem sequer se dar ao trabalho de procurar esta Assessoria, como recomenda as melhores práticas do jornalismo.

A ideia de que o senhor Charles Capela de Abreu ter sido ou ainda ser assessor da presidenta Dilma Rousseff é uma informação incorreta dada pela reportagem do Estadão.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF

21 jun

Dilma: 1º ato ao voltar será pagar reajuste do Bolsa Família cassado por governo interino

A presidenta Dilma Rousseff e a ministra do governo eleito de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, conversaram, nesta terça-feira (21), com internautas sobre os prejuízos causados pelo governo interino aos projetos sociais. O principal deles foi o não concedimento aos beneficiários do Bolsa Família um aumento médio de 9%, que já estava, inclusive, previsto no Orçamento.

“A primeira coisa que faremos ao voltar é pagar o reajuste do Bolsa Família. É claro que este governo provisório, ilegítimo e interino está comprometendo as políticas sociais do meu governo. Lutamos hoje e tomaremos todas as providências para reparar as danosas consequências de um governo provisório que tem obsessão por cortar as políticas sociais”, afirmou.

Veja como foi a conversa:

21 jun

Danny Glover: “Apoiamos a democracia e lamentamos a perda de direitos dos brasileiros”

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O ator norte-americano Danny Glover visitou a presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (20), no Palácio do Alvorada, para manifestar apoio à democracia brasileira. Ele se disse chocado com a situação atual do país e lamentou a perda de direitos promovida pelo governo provisório.

“Viemos apoiar o povo brasileiro e o direito de ela ser a presidenta e governar. Nós lamentamos o que está acontecendo aqui, a frustração e a perda de direitos dos brasileiros.”

Confira o vídeo!

21 jun

Pagamentos da campanha de reeleição foram dentro da lei e declarados

Ao contrário do que diz reportagem da Folha de S.Paulo sobre suposta delação de Marcelo Odebrecht, a presidenta Dilma Rousseff afirma que nunca tratou de doações com o empresário, tampouco de pagamentos ao jornalista João Santana.

A assessoria de imprensa da presidenta lamenta que, uma vez mais, conteúdo em segredo de Justiça seja vazado de maneira seletiva.

Leia a íntegra da nota:

A respeito da reportagem da Folha de S.Paulo – “Em delação, Marcelo Odebrecht admitirá elo com repasses para Dilma” – sobre a suposta delação do empresário Marcelo Odebrecht, a Assessoria de Imprensa da presidenta Dilma Rousseff informa.

É lamentável que, mais uma vez, o conteúdo em segredo de Justiça seja vazado, seletivamente e de maneira escandalosa, para a imprensa. A despeito disso, contudo, cabe esclarecer:

A presidenta Dilma Rousseff confirma que esteve com o empresário Marcelo Odebrecht, em maio de 2015, por ocasião de uma viagem oficial à Cidade do México. O encontro foi breve e, ao contrário do que informa a reportagem da Folha, o diálogo não tratou de doações. No encontro, também não se tratou de pagamentos ao jornalista João Santana, responsável pelos programas de rádio e TV na campanha eleitoral.

A presidenta Dilma Rousseff reitera o que já é público e notório. Todos os pagamentos pelos serviços prestados da campanha de reeleição, inclusive a João Santana, foram feitos dentro da lei e declarados à Justiça Eleitoral. À produtora de João Santana, os pagamentos totalizaram R$ 70 milhões.

Sobre as suposições do empresário Marcelo Odebrecht, a presidenta Dilma Rousseff não tem porque tecer quaisquer considerações ou comentários.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF

21 jun

Dilma: Governo provisório é mesquinho com o povo mais pobre

A presidenta Dilma Rousseff afirmou na noite desta sexta-feira (17), em Recife (PE), que o governo interino é mesquinho e tem como objetivo reduzir ao máximo os direitos sociais conquistados pelo povo. O governo provisório não pagou o reajuste previsto para o Bolsa Família, que deveria ter acontecido hoje. “Tínhamos deixado os recursos aprovados direitinho, todas as condições para [o reajuste] ser pago”, garantiu.

Dilma destacou que o aumento corresponderia a menos de R$ 1 bilhão, enquanto o reajuste salarial aprovado para “quem lhes interessa” custaria cerca de R$ 56 bilhões aos cofres públicos. De acordo com a presidenta, isso mostra a “verdadeira alma” do governo provisório: desigualdade e mesquinharia para o povo mais pobre do País.

“Estão executado um desmonte das políticas sociais implementadas nos últimos tempos, como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida e o SUS.”

Ela falou ainda que o governo provisório e interino pretende salvar a própria pele, livrando seus integrantes das investigações de corrupção.

“Tem gente da mídia que diz que esse governo provisório e interino é um governo de salvação nacional. Não é não. É de salvação da pele deles.”

Confira abaixo a íntegra do discurso da presidenta!


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Este não será o País do ódio