A história dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro - Dilma Rousseff

A história dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro

15 de junho de 2016

A escolha do Brasil como sede dos Jogos 2016

O governo do Presidente Lula apresentou, em 2007, a candidatura do Brasil como país sede dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos de 2016. A proposta era realizar as competições no Rio de Janeiro, aproveitando as instalações esportivas de alto nível preparadas os Jogos Pan-americanos de 2007.

Momento da decisão pelo Rio de Janeiro para os Jogos Rio 2016

Em junho de 2008, o Rio de Janeiro foi anunciado oficialmente, pelo Comitê Olímpico Internacional – COI, como cidade candidata a sede dos Jogos, ao lado de Chicago, Tóquio e Madrid. Elaboramos um dossiê detalhado para divulgar e sustentar a candidatura, que foi divulgado ao redor do mundo. A Comissão Avaliadora do COI visitou o Rio de Janeiro em abril de 2009.

Em 2 de outubro de 2009, o Rio de Janeiro ganhou o direito de sediar os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos de 2016. O Brasil tornava-se primeiro país da América do Sul a receber uma edição olímpica, resultado de um gesto de ousadia de um governo que sempre acreditou no potencial do Brasil, e que foi abraçado pela população, disposta a colocar o País no roteiro dos grandes eventos esportivos internacionais.

A matriz de responsabilidade

A transparência tem sido regra nas ações do governo da Presidenta Dilma. Para que esta diretriz permeasse todo o planejamento e execução das atividades necessárias à organização dos Jogos, a partir de janeiro de 2014, a Autoridade Pública Olímpica – APO passou a divulgar, a cada seis meses, a Matriz de Responsabilidades dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Este documento engloba os compromissos associados exclusivamente à organização e à realização dos Jogos Rio 2016 – ou seja, que não aconteceriam se os Jogos não fossem realizados. A matriz relaciona projetos e responsabilidades dos entes governamentais pela execução e aporte de recursos. É um documento dinâmico, com permanente acompanhamento, atualização e divulgação periódica, garantindo transparência e prestação de contas à sociedade.

A quarta atualização da Matriz de Responsabilidade foi divulgada em 29 de janeiro de 2016, mostrando que os 47 projetos associados à organização dos Jogos totalizam investimentos de R$ 7,07 bilhões. A maior parte (60%) dos investimentos é de responsabilidade do setor privado, pouco mais da metade dos quais viabilizado por financiamentos concedidos pelos bancos federais Caixa e BNDES, a taxa de juros subsidiadas.


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